Este estudo revisita a forma como o Grande Confinamento, decorrente das medidas declaradas no Estado de Emergência para fazer face à atual pandemia, já afetou o mercado de trabalho português, procurando, em particular, refletir sobre a dinâmica de crescimento do desemprego e o processo de adaptação ao teletrabalho e a outras situações decorrentes do confinamento.

O ritmo sem paralelo de destruição de emprego, a abrangência ímpar do regime de layoff, o padrão multidimensional de desigualdade, a necessidade de debater e refletir sobre as potencialidades, mas também sobre os riscos e constrangimentos do teletrabalho, são algumas das conclusões deste estudo.

Organizado em duas partes, esta publicação começa por analisar a informação mais recente relativa ao comportamento do mercado de trabalho no início do processo de desconfinamento, com enfoque no desemprego registado e no recurso ao layoff e, na segunda parte, com base em informação primária original recolhida em dois inquéritos realizados por uma equipa do ICS/ISCTE, é desenvolvida uma análise detalhada, que combina dados quantitativos com testemunhos sobre o modo como os portugueses se estão a adaptar ao teletrabalho.

O estudo finaliza com um exercício de análise de sentimentos, tendo como objeto as respostas a algumas das questões abertas do inquérito online.

O estudo é da autoria dos investigadores do CoLABOR Pedro Adão e Silva, Renato Miguel do Carmo, Frederico Cantante, Catarina Cruz, Pedro Estêvão, Luís Manso, Tiago Santos Pereira e Filipe Lamelas.

Descarregue aqui o documento completo.

Consulte as infografias associadas a esta publicação:

Desemprego
no Grande Confinamento

Layoff
no Grande Confinamento

A relação com o trabalho
no Grande Confinamento

Teletrabalho
no Grande Confinamento